Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística

O ápice da Igreja Católica é a Eucaristia. Uma riqueza incalculável de sustento e remédio para os fiéis, instituída pelo próprio Cristo na última ceia.

Tomai, todos e comei, isto é meu corpo, que será entregue por vós. Tomai, todos e bebei, este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados.” Lc 22, 19-20

Quando Jesus diz estas palavras, estava na verdade dizendo:

Isto é a minha entrega, receba toda a minha vida, tudo que fiz por vós desde o princípio e farei até a consumação dos tempos. Eu fui gerado, nasci, cresci, sofri todas as dores e angústias, morri por amor e pela vossa salvação. Aceite!

Ao final Ele diz, “Fazei isto em memória de mim.”

Um ato saudoso de amor inesgotável, um Deus que se faz próximo, não distante. A igreja Católica celebra e recorda a cada Santa Missa essa beleza antiga e tão nova todos os dias.

Os ministros ordenados padres, bispos e o Papa são exclusivamente quem preside o sacrifício no altar, ou seja, quem gera a Eucaristia, além de exercerem na totalidade um trabalho árduo e de renúncias, mas ao mesmo tempo gratificante e enriquecedor que é o sacramento da Ordem em suas paróquias, comunidades e dioceses.

Diante da carência de mais servos na obra e a busca incessante do povo de Deus, estes sacerdotes nem sempre conseguem atender toda comunidade e Cristo já nos alertava:

Grande é a messe, mas poucos são os operários.” Lc 10, 2

Por esse motivo, a necessidade dos ministros extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística, fiéis leigos ou consagrados não ordenados que desempenham os serviços que lhe são permitidos pela Santa Igreja de ajudar na distribuição da Eucaristia na Santa Missa, levar comunhão aos doentes em suas casas e hospitais e expor o Santíssimo Sacramento para adoração sem a bênção. É preciso que o ministro seja conhecedor da palavra de Deus, tenha boa convivência com a comunidade e que seja testemunho familiar.

A escolha do ministro é criteriosa e o escolhido deve comprometer-se a continuar as formações propostas pelo pároco por todo o tempo que se exerce esse ministério de zelo, dedicação e amor a Cristo e Sua Igreja.

Caminhar lado a lado com Jesus nem sempre é uma missão fácil, mas o fardo se torna leve e a maior graça é a certeza de uma vida eterna n’Ele.

Paz e bem, irmãos!

Texto por Juliana Alves

Ministros: Mario Junior, Eliana, Reginaldo, Kenia, Weslei, Renata, José, Angelina, Wanderson, Juliana, Maria Augusta, Maria Alves, Izaura, Jeronima e Lilian.